23/08/2005
Um filme muito bom!... mas ao contrário.
Mau seca seca seca seca seca Mau seca seca seca Mau seca seca seca Mau seca seca Mau seca seca seca Mau Mau seca seca seca Mau Mau seca seca Mau seca Mau seca seca Mau seca seca Mau seca seca seca Mau seca Mau seca Mau seca Mau seca Mau seca seca seca Mau seca Mau seca seca Mau seca seca seca Mau seca seca Mau seca seca Mau seca Mau seca seca seca Mau seca Mau seca seca Mau seca seca seca Mau seca seca seca seca seca Mau seca Mau Mau Mau
Bom... se calhar não é assim tanto...
Uma fala do filme vale a pena ser salientada. Foi qualquer coisa do género (não me lembro das palavras exactas):
- Quem é Deus?
- Bom... Costumas às vezes pedir ou desejar alguma coisa e ter fé de que as coisas se vão realizar?
- Sim.
- Deus é aquele que te ignora.
Ficarei à espera da sequela... A Península! Talvez tenha uma história mais coerente...
21/08/2005
Deleting isn't forgetting
Zapping Old Flames Into Digital Ash
By ANNA BAHNEY, The New York Times. April 4, 2004
19/08/2005
Cerro os dentes

Cerro os dentes.
Em ebulição. Quero explodir. Gritar... mas cerro os dentes. Contenho.
A respiração acelera, o coração acelera, o pensamento abranda. Cerro os dentes.
Sinto que posso esmurrar a parede sem me importar o que acontece, porque da parede não passo. Cerro os punhos, contraio os músculos e cerro os dentes.
Cerro para não abrir, morder, ferir. Cerro e contenho.
Cerro... Não quero cerrar. Estou farto. Quero morder quem me morde e deixar de bem fazer. Quero morder, rasgar, deixar de preocupar. Farto estou de controlar. De ser mordido.
Mas no fim de tudo sempre cerro os dentes. No ultimo momento, segundo ou pedaço de tempo, cerro os dentes. E mais forte pareço... pareço. Mas não sei se sou. Porque continuo a ser mordido.
17/08/2005
Carlinhos, o Machista Gay
E se vivessemos num mundo em que o assédio e piropos que as mulheres sofrem na rua não existisse e isso acontecesse com os homens?
E o que têm a ver os Pastéis de Nata e o Jel com isto tudo?
Resposta a estas perguntas neste vídeo do programa da TV2, "A Revolta dos Pastéis de Nata".
16/08/2005
Um rolo de papel higiénico preto...
A Liga Internacional contra a Discriminação e Dominância do Papel Branco na Higiene Pessoal (LIDDPBHP) já se pronunciou favoravelmente quanto a esta decisão, congratulando-o.
A Associação dos Amigos dos Cotonetes Rosa-Choc (AACRC) também já enviou o seu apelo ao cantor e espera resposta para breve.
http://www.paredesdecoura.com/
14/08/2005
Heaven
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek.
When we’re out together dancing cheek to cheek.
Afinal Deus existe! Se morresse hoje, seria com um sorriso na cara.
God moves in mysterious ways...
11/08/2005
Sit Down, Stand Up- Ou os dois estados de alma
Sit down, stand up
Sit down, stand up By Radiohead.
Uma vezes estou sentado, outras levantado.
Às vezes até voo por cima de todos. Mas nunca me arrasto a seus pés. Das grandezas também não tenho a mania e não vivo de ilusões.
Sentado partilho, converso, apoio e estou próximo. De pé eu abraço, ajudo a levantar e tenho força.
Sentado e levantado é um estado de alma... é como sou.
De joelhos ou em reverência é ilusão.Uma questão de perspectiva, que às vezes dou e outras me dão. Mas sempre ilusão.
Estava sentado... É altura de me pôr de pé, para depois voar e olhar o mundo de cima.
Se voltarei a sentar-me? Claro. Estar sentado não é negativo. É apenas um estado anterior ao levantado e que deve ser alternado.

09/08/2005
Franz Ferdinand e Sigur Rós em Lisboa
O grupo rock escocês actua pela primeira vez em Lisboa no próximo dia 28, acompanhado pelos conterrâneos Mogwai e os Jimmy Chamberlin Complex. (...) concerto no Lisbon Soundz, um mini-festival que decorrerá na Doca de Algés.
Os bilhetes para o Lisbon Soundz estarão à venda a partir de segunda-feira e custam 25 euros.
Quem também regressa a Lisboa, mas em Novembro, são os islandeses Sigur Rós, dois anos depois de dois concertos esgotados nos coliseus.
20 de Novembro, apenas no Coliseu de Lisboa. Os bilhetes já estão à venda e custam 25 euros.
07/08/2005
Dúvidas existenciais I - O caso da abelha Maia
Sempre ouvi dizer que o Calimero foi ao cú à abelha Maia.
Mas sendo ela uma abelha, então terá um ferrão nesse local, o que anatomicamente torna complicado o acto sexual, criando dores indescritíveis ao Calimero.
Talvez fosse mais correcto dizer que foi ele que foi "espetado" pela abelha Maia, o que não equivale a dizer que esta lhe foi ao cú, porque o cú encontra-se atrás e não à frente (até que a ciência diga o contrário).
E sendo o Calimero um pinto, não teria ainda os orgãos sexuais desenvolvidos, o que impediria uma rigidez suficiente para lhe ir ao cú... Seria até uma espécie de pedofilia reversa, se acontecesse.
Realmente não entendo como será isso possível. Bom, mais umas noites de insónia a tentar perceber isto...


03/08/2005
Estou...
Estou. Vou estando diriam alguns.
Já estive e voltei a estar. E voltarei.
Estou assim... assim-assim. Assim estou.
Não queria... mas estou.
Quanto tempo estarei assim? Umas semanas ou algo assim? Uns dias farto de mim?
Não queria estar... mas estou.
Estou. Vou estando... Assim.
Assim estou.
27/07/2005
Franz Ferdinand 1, Freeport 0
E eu que até já estava a pensar ir comprar roupa nova à Mango do Freeport para os poder ver... Bom... parece que terei de comprar o fio dental noutro lado.
26/07/2005
O verdadeiro significado dos cabeças de cartaz
Provavelmente seria um motivo de maior entretenimento andarem pelo meio das pessoas a fazer coisas engraçadas, do que a tocar num palco principal.
Por momentos estou a lembrar-me de uma banda em particular que podia cumprir esse propósito, num festival a sudoeste...

Autoria do desenho: Ubik
20/07/2005
Tenho uma melga no quarto

Tenho uma melga no quarto.
Tive de sair. Ela tornou-se dona e senhora dele.
Causa-me insónias e irritação.
Saiiiiiiii daquiiiiiiiiiiii... em linguagem de melga.
Que fiz para merecer isto? As janelas estavam abertas para a receber. Não tenho spray insecticida ou qualquer tipo de fúria esmagadora para com ela. Até do meu sangue lhe ofereci... involuntariamente.
Amanhã sei que acordarei com sono. Talvez picado. Todo o dia me lembrarei dela. Por ter sono e querer trabalhar. Por querer descansar e ter de coçar.
Como pode uma coisa tão pequena ter tanto poder sobre nós?
Talvez devesse ser melga... mais ainda.
Pelo menos assim podia voar.
Nunca ouves o que digo

Tu nunca ouves o que digo... É o que ouço!
Pode ser o vento que leva as palavras para longe do meu ouvido.
Pode ser o barulho que me rodeia e que me impede de ouvir.
Pode ser alguém que me distrai por segundos.
Pode ser um efeito do tempo, senilidade ou embotamento.
Pode ser defeito auditivo, cognitivo ou outro motivo.
Pode ser distração, falta de atenção à acção.
Mas nunca é por não ter interesse, por não querer ouvir ou responder.
Apenas... pode ser...
19/07/2005
Carta ao Sr. Primeiro Ministro
Apraz-me muito ver como o país está diferente.
É uma alegria ver que existe apoio social eficaz, prédios antigos a serem remodelados em todo o lado, novos parques florestais depois de terem sido implantadas árvores nos locais queimados pelos incêndios, ir ao supermercado e ver que não temos de pagar quase um quarto do preço sobre todos os produtos, ver que está a apostar cada vez mais nas energias alternativas e as metas de Quioto já finalmente foram alcançadas com isso. A invasão de produtos espanhóis, chineses e outros países, a fuga das empresas para Leste... Tudo isso parte do passado.
Mas acima de tudo há algo que me faz ficar muito alegre. Ver que é um homem de palavra. E aqueles que diziam que não ia cumprir as suas promessas, hem? Que grandes bandidos. Como estavam enganados!
Espero que continue assim o seu governo e que o senhor tenha a reforma vitalícia que tanto merece. De certeza ficou muito cansado depois de ter resolvido muitos dos problemas dos portugueses.
Um grande bem haja para si e para os seus!
Um abraço de um cidadão que acredita em si... ou talvez não.
Quando for grande quero ser uma petição
Mas não estaremos contra as coisas erradas?
Aqui ficam algumas ideias para petições:
- Contra a retirada dos pratos quando estamos numa mesa no restaurante e ainda não acabámos de comer (uns dos problemas sociais mais graves que existem).
- Contra os cantos dos edifícios que se tornam mijatório público (porque não torná-los redondos? Talvez resolvesse...).
- Contra pseudo-retro-pseudo-fashion- pseudo-intelectuais-pseudo-totalmente arrogantes (um pseudo tratamento de psicoterapia talvez se revelasse interessante).
- Contra mim (ora aí está a melhor petição!).
- Contra aqueles que dizem “Isto está tudo mal. Antigamente é que era bom.” (bom seria se houvesse uma máquina do tempo que os levasse até ao tempo pré-histórico. Quem sabe depois de serem comidos por um T-Rex a sua vida ficasse melhor).
- Contra deitar fora a árvore de Natal depois deste (o Natal não é todos os dias? Porque não podemos ter uma árvore de Natal todo o ano? Alguém me acompanha nesta ideia?).
- Contra DJs que só sabem pôr música étnica/reggae/bad 80s a noite toda (a não ser que a noite toda dure 15min... os tais da fama).
- Contra os que escrevem em blogs inutilidades desinteressantes (hmmm... talvez deva rever esta petição... acho que teria de terminar este blog), em vez de inutilidades interessantes (ou talvez não deva rever... se as inutilidades forem boas).
- Contra os que são sempre do contra (esta sou totalmente a favor!).
- Contra a existência de petições!
www.petitiononline.com
15/07/2005
Primesident Blush

Bom... após um post mais "pesado", uma lufada de ar fresco!
Aqui fica um video recente do "The daily show with Jon Stewart", em que as estrelas são Blair, Bush e o nosso amado Barroso. Eles até falam de Portugal... ainda que não saibam onde é... (vejam).
http://www.comedycentral.com/sitewide/media_player/play.jhtml?itemId=15789
O melhor é mesmo a conferência de imprensa conjunta de Blair e Bush:
Tony Blair and George Bush finally reveal that they are actually: Primesident Blush.
Discurso preparado? Nãooooooooooo...
Fiquem até ao final e não percam um exemplo da terna relação mãe-bebé... em directo!
:o)
13/07/2005
That stupid man suit

Porque te vestes de humano, quando humano não és?
Porque fazes que queres, quando não o queres fazer?
Porque queres dar imagem, se só mesmo imagem tens para dar?
Porque dás numa de saber, quando sabemos que assim não és?
Porque sabes como fazer, como mostrar e parecer... E vestir...
Mas o que vestes não condiz contigo, porque de humano nada tens!
Antes vestido de homem bomba, porque aí sabiamos as tuas intenções e fugiamos!
Mas misturaste connosco e destrois-nos mais do que essa bomba destruíria... Porque enganas, vestido como nós e fingindo ser humano...
Onde compráste esse fato? Ele não se devia poder comprar... é merecido. E tu não o mereces... Homem vestido de humano, quando humano não és!
10/07/2005
Humanos no sudoeste; Paredes de Coura destronado
Uma aquisição de peso do Festival Sudoeste permitiu isso: HUMANOS.
Afinal os concertos únicos, cada vez são menos únicos, a pedido das massas. Felizmente!
Quem sabe este Verão em vez de se gritar "Ó Elsa!?", não se ouça um "Ó Maria Albertina!?".
CARTAZ FESTIVAL TMN SUDOESTE
.
Música portuguesa para estrangeiro ouvir


Recentemente dois turistas do Canadá pediram-me para lhes sugerir bandas/artistas portugeses para eles conhecerem e levarem.
Acabou por ser mais complicado do que eu pensava... mas lá consegui. Estas foram as minhas sugestões:
Cantado em Português:
1- HUMANOS
2- TRÊS TRISTES TIGRES - "Comum"
3- CLÃ - "Rosa Carne"
4- MADREDEUS
Musica mais tradicional:
1- ZECA AFONSO
2- CARLOS PAREDES
3- AMÁLIA RODRIGUES
4- ANTÓNIO VARIAÇÕES
5- SÉRGIO GODINHO
6- Nova geração de fadistas: CAMANÉ e MARIZA.
Cantado em Inglês:
1- BELLE CHASE HOTEL
2- THE GIFT
3- FUNAMI
4- GOMO
5- DAVID FONSECA (ok... admito que tive dúvidas neste)
Não estão necessariamente por ordem de preferência...
Podia ter acrescentado muito muito mais, mas de certeza que não conseguiriam comprar tudo...
Como bom exemplo de intercâmbio cultural, aqui ficam as sugestões deles, muitas já conhecidas no circuito mais alternativo por cá:
STARS; K-OS; APOSTLE OF HUSTLE; A.C. NEWMAN; BROKEN SOCIAL SCENE; PEACHES; FEIST; THE DEARS; THE STILLS; JASON COLLETT; THE CONSTANTINES; YOUNG & SEXY; THE ORGAN; KINNIE STARR; THE NEW PORNAGRAPHERS.
Eu acrescentaria ainda: GODSPEED YOU BLACK EMPEROR; CEX; POLIPHONIC SPREE; THE ARCADE FIRE; HOT HOT HEAT; e o nosso alvo de amor platónico, musicalmente falando: RUFUS WAINWRIGHT.
07/07/2005
As palavras saem-me sem eu saber muito bem como...

O ar sobe pela traqueia, transforma-se ao passar nas cordas vocais, ondulando pela língua e passando pelo meio dos dentes. Mesmo sabendo isso, quando fecho a boca, já é tarde.
Dizem que o pensamento cria as palavras... não. Quem as cria é a emoção, irracional e poderosa.
Quando a razão se apercebe... já é tarde. O estrago foi feito.
Antes as palavras tivessem a capacidade de voltar a entrar, de viajar no tempo ou simplesmente serem esquecidas. Mas isso só acontece na terra dos sonhos...
Depois de sair, ela entra no ouvido e depressa chega ao "cérebro ouvinte" do ouvinte... Mas aqui, em oposição, é a zona onde mora a racionalidade. A emoção é traduzida em razão.
A palavra não pensada transforma-se em certeza indignada, magoada, revoltada... e assim sairá vestida a palavra que sai. De razão.
Mas importa lembrar que enquanto a palavra feita de razão vem do ar dos pulmões, a palavra de emoção vem do ar do coração. Um outro tipo de ar, mais volátil, que por vezes provoca explosões depois de sair.
Tenho vindo a aprender a falar pelos pulmões, mas é difícil. Quem sabe uma intervenção cirúrgico-terapêutica o resolva. Não... não é assim tão simples. Terei de aprender como os outros... errando, errando, errando e, finalmente, acertando!
05/07/2005
My own private stalker

Nunca vos aconteceu ter alguém mais ou menos conhecido que encontram sempre nos lugares mais ou menos inesperados?
Pois bem. Se a resposta é sim... você é um vencedor!!! Tem aquilo que se chama de "o seu stalker privado" ou numa tradução pouco correcta "a sua sombra pessoal".
Eu não tenho só um... tenho dois! Dois private stalkers cultos... ou seja, qualquer que seja o concerto, filme ou festival... aí estão eles.
X&Y... my own private stalkers.
Mas isso só acontece quando Z&M vão juntos a esses locais (M=Me).
Mas não só nesses locais, por que Z vê X fora destes e a M acontece o mesmo com Y, no entanto em menos vezes que na primeira situação...
Deste modo, a probabilidade condicional de Z&M verem X&Y se estiverem num evento cultural é bastante elevada e maior do que a soma das probabilidades de Z ver X e de M ver Y, nos restantes lugares (sendo ambas maiores que zero).
Complicando a situação: P(Z&M/X&Y)>P(Z/X)+P(M/Y)>0
Dizer: "Olá! Mais uma vez nos encontramos." ou "Olha, olha quem está aqui. Faz "tanto" tempo [inserir aqui ironia nas palavras]."... é algo que já se tornou banal e é cada vez menos utilizado. O que antes era uma possibilidade, agora tornou-se certeza.
Quando Z&M dizem: "será que hoje vamos encontrar X&Y?"... Estas são as palavras que os fazem aparecer quase por magia. Ou mesmo: "olha... hoje não os vimos.". Dito e feito... aparecem.
Bom... manifestações pseudo-intelectualóides (e quem sabe matematicamente erradas) à parte... o que interessa é que sei que nestes lugares, a probabilidade de estas 4 "letras" se encontrarem é grande... porque:
Everybody needs their own personal stalker. Achamos que não precisamos deles... mas eles estão lá!
Hmmm... Não sei porquê mas por momentos lembrei-me dos ácaros... whatever!
:O)
03/07/2005
Do we really "need a war"?
(Fischer/Spooner/Sontag/Harry)
We need a war to show‘em
We need a war to show‘em
that we can
We need a war to show‘em that we can do it
Whenever we say we need a war…
If they mess with us
If we think they might mess with us
If we say they might mess with us
If we think we need a war, we need war
Chorus
We need a war,
If we think we need a war.
We need a war.
If we think we need a war.
A war to make us feel safe,
A war to make‘em feel sorry.
Whoever they are…
If they mess with us
If we think they might mess with us
If we say they might mess with us
If we think we need a war, we need war
Chorus
Can we do it?
Sure we can.
We need a war.
We need a war.
We need a war.

Hmmm... Será que isto não faz lembrar um certo alguém(ns), de um certo país, que pensa desta certa forma... de certa forma errada!?
Certamente que para uns estará certo e para outros certamente errado. Mas será certo impôr esta certa forma de ser, fazer e estar, para quem certamente não pensa assim?
Outra forma de pensar o ser, fazer e estar, sem impor, mas partilhar. Certamente que esta não é a forma de o fazer, pois outra haverá de ser!
Filme americano em cinema mexicano...
Espero na fila com os bilhetes na mão. Claro... não ha lugares marcados. Cheguei tarde!
Aqui fora há de tudo. Até bicha versão cultura Maya (antes Azteca).
Entro na sala depois de passar pelo chão escorregando na coca-cola. Procuro um lugar. Só quero um! Desculpe está ocupado? Perdon... esta ocupado? Si... claro!
Desço e encontro. Pergunto... como é possivel um lugar vazio no centro da sala? Descubro porquê. Meu colega esquerdo era "muslim" como dizem os "gringos". Turbante em versao árabe de Jedi. Pela mente passaram imagens dos números 11/9. Coisa estúpida. Estereótipo em acçao!
Estou sentado. Se explodir, serão 1001 pedaços. Talvez 1002. Tudo bem...
Chega a senhora do cinema. 1, 2, 3... ainda faltam pessoas na contagem. Vamos esperar. Aqui nao começa a horas. Começa quando está toda a gente. E aqui está toda a gente. O filme começa!
Ao fim de uma semana e meia a falar espanhol, o Inglês nunca me pareceu tão bem.
A "força" está comigo! Durmo acordado e aguento a acção. E mais acção e... acabou-se a acção. Intervalo. Há que comprar mais pipocas. "Não começamos enquanto nao esgotarem o stock" passa em mensagens subliminares.
Voltámos. Jedi em versão arabe foi o último. Um turbante na escuridão fica sempre bem, num filme assim. Onde está o seu sabre laser? Fica para mais tarde.
Voltámos a mais do mesmo, até que o mesmo acabou.
Há que sair pela saída de emergência que aqui emergência é sair. E tudo ao mesmo tempo. Sala 1 com sala 2, com sala 3 ou sala 4. Em manada mais fácil de controlar. Que saiam para nao voltar a entrar!
Quente na rua e em todo o lado. É tropical entenda-se. É um calor mais quente.
Volta-se ao lugar de partida (sem receber 20 contos) e há que escolher... dormir com o calor ou com o ruído do frio? Parece que ganhou o calor.
Quem sabe amanha escolha o ruído.
Quem sabe amanha novo filme americano em cinema mexicano!

We3... WeAnimals... YouHumans

A dog named Bandit, a cat named Tinker, and a rabbit named Pirate are ultimate cyborg assassins...
The Incredible Journey meets The Terminator in WE3 — a heartbreaking animal adventure like no other. The eagerly awaited reunion of the white-hot team of Grant Morrison (JLA, New X-Men) and Frank Quitely (THE AUTHORITY, New X-Men), WE3 is their most ambitious collaboration yet — their own unique attempt to create a 'Western manga'.
In this wild adventure, the government has spent millions to fuse the firepower of a battalion with the nervous systems of a dog named Bandit, a cat named Tinker, and a rabbit named Pirate. As part of a program to replace human soldiers with expendable animals, the U.S. government has transformed three ordinary pets into the ultimate killing machines.But now, those three animals have seized the chance to make a last, desperate run for 'Home'. A run that will turn into a breathless hunt to the death against the might of the entire military/industrial complex.
http://www.dccomics.com/features/grant_morrison/intro.html

Eu: Vivo. Tu: Vives para mim.
Eu: Tenho prazer... Tu: Dás-me prazer. Fazes-me companhia.
Eu: Tenho direitos. Tu: Também... Mas esquece-os. És meu.
Eu: Sou inteligente. Tu: Também... Mas eu falo!
Eu: Sou teu dono. Tu: Não há tu. Não tens identidade. És meu.
Eu: Soberano. Tu: Subordinado.
Eu: Sou humano. Tu: Brinquedo.
Eu: Tenho sentimentos. Tu: Tens aqueles que te dou.
Eu: Faço o que quero. Tu: Fazes o que eu quero. És meu.
Eu: Manipulo-te, modifico-te, experimento em ti. Tu: Não dizes nada...
Eu: Deus. Tu: Cão, gato, coelho...
Eu: Deus. Tu: Cão, gato, coelho... Meu!
Será um dia ao contrário?
Os amigos de ga(z)par

Àqueles do costume... e aos outros também.
Por razões de ciúme, seu nome não direi!


