17/05/2006
Abri as portas e deixai entrar a ignorância - abertura do Campo Pequeno
Abri as portas e deixai entrar a ignorância. Vestida de trajes caros, cheirando a cosmopolitismo de validade expirada e mascarada de humanidade.
Abri as portas ao sensasionalismo. As obras precisam de ser pagas com sangue televisionado, aplaudido, de um pobre massacrado.
Abri as portas do templo e oremos à crueldade em nome da tradição, pois o passado justifica o presente.
É tradição ser cruel, matar, sacrificar. É a tradição, não somos nós!
A tradição de ser inconsciente e agir de forma inconsistente com os valores que desejariamos ter.
Abri as portas... para fora deste planeta, porque dele não quero fazer parte!
Para mais informações, consultar:
The Rakes - We are all animals (audio)
Calexico - Cruel (video abaixo)
11/05/2006
O meu poema simples V: Não me viste?
Claro que estava!
Vestido de amizade, trajado a sorrisos, escondido num qualquer armário feito de emoção.
Não me viste?
08/05/2006
Merdinhas
Pessoazinhas com as suas merdinhas tão grandinhas, mas que não passam de coisinhas. Ínfimas, pequeninas, mesquinhas... coitadinhas!
Falando em conversinhas, escondidinhas, surrateirazinhas.
Alcoviteirinhas, comentando as outras pessoas... aos seus olhos pessoazinhas.
Mansinhas as falinhas, com seus pézinhos de algodão com o chefão, procurando um qualquer poderzinho... um dia grandão!
Merdinhas atrás de merdinhas. Merdinhas e mais merdinhas. Acabando por se tornar cagalhão e criar confusão!
Para mais informações consultar:
World Leader Pretend - Bang Theory (video)
03/05/2006
Guerras desenhadas
O inacreditável, impossível, inimaginável parece mais banal.
Nada me surpreende. Nada me espanta. Nada se cria, tudo se destroi. Nada se transforma.
Agora os montros vão ao cinema ver os humanos.
A banda desanhada torna-se mais real e a vida já nos parece ficção.
Onde estão os heróis de outros tempos? Aqueles valentes, honrados, clementes?
Onde está a época de ouro ou de fina prata?
Onde está o sonho de antes, a fantasia do passado?
Quero ser criança outra vez e navegar por mundos impossíveis, fantásticos.
Mas não posso. Obrigam-me a ser adulto, a viver no assustador.
A fantasia essa, já se tornou real. E já não nos permite sonhar!
Porque sonhar já não é possível como antes, a não perder a real ficção:
Marvel - Civil War: Herói contra herói no universo Marvel. Prelúdios aqui:

X-men - Civil War: o maior inimigo dos x-men toma forma no interior dos próprios x-men. Brevemente!

E se isto já não é suficiente, espantemo-nos com outras realidades:
Frank Miller - Batman: Holy Terror, uma nova graphic novel do cavaleiro das trevas contra a Al-Qaeda. Brevemente!
29/04/2006
Monstros
Tenho medo da história, das pessoas, de nós, deles e de outros como nós.
Que me fechem no escuro dentro deles e de nós.
Que me cubram de sensatez deformada, alterada por qualquer acção mal intencionada.
Que nós os aceitemos e não questionemos, combatemos.
Os aceitemos. Os seguiremos. Os não aceitemos ou seguiremos. Nós decidiremos.
Nós? Alguns de nós pelo menos.
Monstros.
Tenho medo que eles nos façam a história e clamem vitória.
Isso sim é assustador, aterrador e algo compremetedor.
Monstros? Esses vão ao cinema ver os humanos.
Assustados com o irreal, pois o mal real já lhes é banal.
Monstros? Não existem.
Humanos? Tenho medo.
Mãe?
Para mais informações sobre monstros humanos e histórias desumanas, consultar o melhor filme de terror dos últimos anos: Silent Hill.
Até porque os monstros não são aqueles que o parecem!
Já vi. Reflecti e aqui transcrevi!
25/04/2006
O meu poema simples IV: Porque
Porque me fazes sentir bem.
Porque estou bem.
Porque sim.
Porque
sim.
.
19/04/2006
Dúvidas existenciais V: O caso dos coelhos da Páscoa
Tenho uma dúvida existencial...
Chega a época da Páscoa. Os coelhinhos põem ovos de chocolate para regalo dos petizes e seus pais. Há de tudo. Ovos pequenos, grandes, recheados para fazer crescer os desdentados.
Mas espera... os coelhos fazem o quê? Põem ovos de chocolate?!!
COELHO - do Lat. cuniculu; s. m., Zool., animal mamífero da ordem dos roedores.
CHOCOLATE - do Cast. chocolate; s. m., pasta alimentar que se prepara com cacau, açúcar e outras substâncias.
OVO - do Lat. ovu; s. m., Biol., corpo formado no ovário e em que se encerra o germe do novo animal e líquidos destinados a sustentar esse germe, durante o período de incubação. (In Dicionário de Língua Portuguesa Online).
Ora bem. Se um animal como o coelho põe ovos de chocolate, significa que dentro dele deverá existir o germe do novo ser (vulgo, chocolate). Para esse germe existir, deverá o coelho ter sido injectado (vulgo, espermatizado) com a pasta alimentar achocolatada que servirá de base ao seu desenvolvimento. Tudo isto ocorrendo por obra de um milagre pascal (vulgo, tretas).
Ai coelhinho, coelhinho... andás-te a ser fodido por uma barra de chocolate não foi? Seu doido!
P.s. - Só não percebo qual é o papel de Jesus nesta história!?... Hmmmmm...
A scary bunny... 16/04/2006
Que será de mim sem teeth?
Quando apareceste na minha vida perguntei: o que fazes aqui? Não precisava de ti, mas aos poucos tornáste-te parte dela. Estavas lá. Sempre lá.
Agora? Agora tenho saudades.
Fiquei ligado a ti depois de te teres desligado de mim.
Doeu quando te foste embora.
Um buraco em mim ficou.
Arrancaram-te da minha vida sem eu nada poder dizer.
Disseram-me: É preciso. É para o seu bem.
Ja não sinto a tua presenca. Falta-me algo.
Não sei o que vou fazer sem ti... Meu querido dente do ciso!
Outros especialistas mais ou menos dentistas em:
Nine Inch Nails - With Teeth
Wilco - Summer Teeth
Sparklehorse - Sea of Teeth
Devendra Banhart - Lend me your teeth
Death Cab for Cutie - Crooked Teeth
Tindersticks - Milky Teeth
Supergrass - Kick in the Teeth
Fischerspooner - A Kick in the Teeth
13/04/2006
gaZpar diz que é apoiável: Sobre os downloads de música e afins
A indústria continua viva e os autores continuam a criar.
Como em tudo há que ser responsável.
Faço downloads sim, porque me permitem conhecer autores/bandas que de outra forma não poderia, já que as rádios perderam essa função.
Aqueles que realmente gosto, compro! Considero-me um pirata responsável.
Gosto de ter um formato fisico das coisas que gosto (nunca poderei substituir os originais e bem conceptualizados albuns dos Radiohead ou Massive Attack entre outros, por uns ficheiros mp3 algures enfiados no meu computador).
Quando somos realmente fãs, respeitamos o artista.
Se calhar há tantos downloads ilegais porque são poucos os artistas bons o suficiente para que ganhem o nosso respeito! É um problema de qualidade, não do formato!
E não me venham dizer que o que é bom são as plataformas legais como o Itunes... as palavras "monopólio do mercado" e "anti-democrático" vêm-me à cabeça. É óbvio que lhes convém que alguns downloads sejam ilegais...
Pronto sapinho! Podes sair da garganta que eu não te vou engolir!
11/04/2006
Pensamentos caústicos VIII
E assim vai o mundo democrático...
Para mais informações sobre o estado do mundo consultar:
Jamiroquai - Virtual Insanity
04/04/2006
gazpar diz que é apoiável: Pedro Tochas e o estado da cultura
Pensei se haveria de colocar isto aqui ou não. Decidi-me por o fazer!
Sendo eu membro da mailing list do Pedro Tochas, o tal dos anúncios do Frize (que infelizmente é o único trabalho porque é reconhecido) ou para mim um dos ou mesmo O melhor stand-up comediant português (o trabalho pelo qual devia ser verdadeiramente reconhecido) e tendo recebido isto, decidi partilhá-lo.
Melhor demonstração de como está a cultura portuguesa é difícil. E não só a cultura... debato-me com a mesma questão que o Pedro ao nível da minha carreira académica/científica!
Aqui fica o email transcrito na íntegra e o meu apoio.
Estou numa fase muito "interessante" da minha carreira.Por um lado, ganhei um prémio na Austrália com o espectáculo “O Palhaço Escultor”.
Por outro lado, sinto que em Portugal não tenho público para o meu trabalho.
Agora estou num dilema: qual deverá ser a direcção do meu trabalho?
Criar espectáculos para apresentar fora de Portugal, onde me dão valor,
ou criar espectáculos para o público português e ficar a trabalhar para o boneco?
Para mim não ter público é um problema muito grave.
Como eu não recebo qualquer apoio do estado, o público é que me paga o ordenado
com os bilhetes que compra; nem todos podem criar coisas sem pensar no
eventual público que vão ter, pois é... porque eu não faço cinema português!
Depois de pensar no assunto, chego à conclusão que em Portugal deve haver
umas 3000 pessoas que vão aos meus espectáculos num ano (estou a ser optimista, claro).
1500 em Lisboa
500 no Porto
500 em Coimbra
500 no resto do pais
(todas as estimativas por excesso)
Na Austrália tive mais do que isso num dia e ainda recebi um prémio.
Em Edimburgo tenho 400 a 500 pessoas por espectáculo, com um ou dois
espectáculos por dia, durante três semanas e meia.
Por muito que goste de Portugal, estes dados dão que pensar.
Quando se aproxima uma temporada no Teatro da Trindade, ainda penso mais nisso.
Será que vai aparecer alguém? Vou vender bilhetes que cheguem para pagar a sala???
Caso venda poucos bilhetes, posso concluir uma coisa: O sonho acabou...em Portugal.
Ou então começo a fazer filmes, 1000 espectadores para um filme apoiado pelo
estado em um milhão de euros é o normal.
Mas não, eu gosto de ter público, quero partilhar o meu trabalho com o mundo,
não gosto de fazer coisas só para um pequeno grupo de amigos. Por isso, agora é só esperar para ver qual é a adesão ao meu trabalho.
Desculpa o meu desabafo, mas cada vez que volto a Portugal, depois de passar
tempo fora, acontece isto:
Venho cheio de vontade de fazer coisas, de desenvolver novos projectos,
de partilhar o que aprendi, acima de tudo, regresso cheio de entusiasmo criativo.
Mas basta um dia….ler um jornal…..ver uns minutos de televisão (feita em Portugal)….
Olhar à minha volta e ver:
Um País que é um paraíso para a corrupção e os corruptos, onde o povo os apoia e até os elege para cargos públicos.
Um País onde o sistema jurídico simplesmente não funciona, mas onde o povo gosta de seguir as novelas legais.
Um País onde os chico-espertos são valorizados e os competentes desprezados.
Um País onde nunca ninguém é responsabilizado por aquilo que faz, porque isso é coisa dos outros.
Um País onde a esperança num futuro melhor é coisa do passado.
E todo esse entusiasmo desaparece.
Ainda por cima, quando fora deste país as coisas funcionam.
Mas mesmo assim, vou tentar mais uma vez.
Vou fazer uma nova temporada no Teatro da Trindade.
Será a ultima?
Não sei, mas como a venda de bilhetes está a decorrer, é o mais certo
Vou terminar com o que digo sempre que acabo um espectáculo de rua por esse mundo fora:
"My name is Pedro.
I am from Portugal.
This is what I do for a living,
I am a Street Performer,
and my job is to make people smile."
Haverá em Portugal mercado de trabalho para quem somente quer fazer sorrir?
;)
01/04/2006
Agora que posso voar/Butterfly Caught - Massive Attack
Agora que posso voar, sinto-me aprisionado pelas circunstâncias, pelas inconstâncias da vida.
Já não sou crisálida. Saí do meu casulo e voei.
Mas sonhei a liberdade apenas para perceber que estava preso pela vida, pelo o que ela quer para mim, sem nada perguntar.
“Cuidado com o muro, lembra-te do vento, foge da rede! Podes ser livre e voar, mas... não te aproximes da luz porque ela pode queimar. Não queiras voar alto para não mais voltar. Não queiras ser diferente porque as tuas asas são iguais às de toda a gente. Não voes para longe pois o caminho de volta podes não encontrar.”
Sim, mas agora é tarde! A crisálida tornou-se mariposa e agora só quer voar, voar... veremos onde isto vai dar.
Massive Attack - Butterfly CaughtMassive Attack - The best of Massive Attack
Já à venda!
28/03/2006
Um Waffle que faz sentido
Quero resistir, partir, daqui sair!
Estão a chamar por mim... consigo ouvi-los.
"Come-me, ingere-me, degusta-me, mastiga-me, trinca-me, lambe-me, prova-me... perde a cabeça!"
Fazem-me suar, pensar: Que ansiedade, que stresse, que incerteza!
Deixem-me em paz. A minha barriga não vos pode ter. Apenas os olhos vos podem comer.
Calem-se. Já não vos posso ouvir. Parem!
Muito bem... só desta vez. Mas tenho medo que se siga uma e outra vez, perdendo gradualmente a lucidez.
Venceram! Terei de vos comer, pois só assim se calarão.
Mas da próxima, da próxima... será diferente! Serei valente! Ah!
(E assim me engano, pensando que resistirei da próxima vez...)

Adoro Bruxelas...
24/03/2006
gaZpar diz que é ouvível: Stephen Lynch
Stephen Lynch.
Define-se como "comedic singer songwriter".
Se Elliot Smith, Nick Drake, Devendra Banhart, Jeff Buckley ou outros cantautores se tornassem comediantes, de certo se chamariam Stephen Lynch.
Poeta de coisas simples, cantor do quotidiano, trovador do dia-a-dia, ele consegue transformar aspectos (alguns menos bons) com que nos confrontamos todos os dias nas nossas vidas ou na vida de outros e transforma-os em canções.
Um poeta pode escrever com uma guitarra. Um poeta pode ser um comediante. Um comediante pode cantar e tocar guitarra. E tudo isso faz sentido.
Vale a pena perder algum tempo a ouvi-lo. Algum dia será famoso. Tem talento pois então!
Imprescindível ouvir:
When grandfather dies
Também a ouvir:
If I were gay
Super hero
Best friends song
Mais informações na página oficial ou mais músicas aqui.
20/03/2006
Um país que faz sentido
As crianças da primária aprendem a nadar com a roupa vestida... faz sentido! Com a quantidade de canais fluviais em que o risco de elas cairem é elevado, faz sentido aprenderem a nadar com roupa, pois ela restringe os movimentos.
"Vai por as cervejas lá fora para arrefecerem"... faz sentido! A temperatura exterior nesta altura do ano é inferior à do interior de um frigorífico.
A maquina de lavar está sempre na casa de banho... faz sentido! Quando vamos tomar banho ou lavar-nos, podemos pôr logo na máquina em vez de a guardar em caixas bolorentas.
As coffee shops vendem drogas leves, mas não alcoól... faz sentido! A mistura de ambos é perigosa e os donos desses lugares habitualmente são muçulmanos, cuja religião não permite o consumo de alcoól.
De certeza haverá mais coisas que fazem sentido porque afinal... é um país que faz sentido!
Outros haverá que...
18/03/2006
Pensamentos causticos VII
08/03/2006
My name is Ruiqiang Wang
No... not anymore. My name is Ruiqiang Wang!
Alertado para o insólito facto por um amigo, fiz uma pesquisa do meu nome na base de dados de emails da faculdade onde estou aqui no Reino Unido.
Para minha surpresa, o nome "Rui" parece ser bem comum na China.
Não só não sabem pronunciar o meu nome correctamente aqui, como agora virei chinês e tenho uma veia empresarial (pela quantidade de Ruis que parecem enveredar por esse caminho, aqui demonstrada).
Seja...
Serei Xu, serei Zhang, talvez Li ou Wang. Acrescentarei um hua ou um qiang, quem sabe serei Ruiqiang, filho de Wang.
Descendente de longas dinastias, fazedores de cerâmicas, exploradores terrestres, talvez até comerciantes de especiarias, afrodisíacos ou apenas de patifarias.
As minhas feições mudarão e serei diferente, do oriente.
Pintarei minhas letras, em vez de as escrever. Serei dono da sabedoria milenar.
Mudarei meu nome.
Serei Xu, serei Zhang, talvez Li ou Wang. Acrescentarei um hua ou um qiang...
Isso. Serei Ruiqiang, filho de Wang!
E a minha vida será diferente. O mesmo Rui, mas do oriente!

03/03/2006
Anúncio de jornal III - livre-se de pessoas indesejáveis
Que fazer? Fazê-las desaparecer mas sem ninguém saber!
É essa opção que é dada neste anúncio de jornal.
E a vizinhança até ajuda!

TPC: Fazer uma lista.
Nota mental: lembrar que o barracão é pequeno...
Outros métodos de desaparecimento em:
How to disappear completely - Radiohead
I disappear - The Faint
27/02/2006
gaZpar diz que é ouvível: Morningwood
Não pretendo impor nada, apenas partilhar o meu gosto. Aqui vão os primeiros.
Álbuns
Morningwood - Morningwood
Altamente ouvível, viciante e recomendável.
Misturem a música das Veruca Salt, The Breeders, Le Tigre, Luscious Jackson e umas quantas bandas em que o sexo feminino é dominante na voz e/ou no que respeita aos membros (e porque não as L7 também?!), vistam-nas de heavy metal, punk rock e "atitude" e nascem os Morningwood.
De facto sexualidade é o que mais transparece nas suas músicas e "Sexy music for sexy people" é o seu lema. Se os Electric Six tivessem uma contraparte feminina, de certo chamar-se-iam Morningwood.
Como se descrevem a eles próprios? "A monster truck having sex with a Bond girl".
Constituídos entre outros por Chantal Claret (voz) e Pedro Yanowitz (baixo, Ex-Wallflowers e Money Mark), parecem trazer uma nova e refrescante rock star feminina. Mas claro, sem tirar o brilho à nossa Karen O. (Yeah yeah yeahs).
Mais músicas da banda aqui.
Mais músicas novas e ouvíveis que por aí pululam:
Crosstide - Angeles
Test Icicles - Circle Square Triangle
Massive Attack - Live with me
24/02/2006
Anúncio de jornal II: Procura-se ser encantado
Gosto de seres com 4 olhos, 3 chifres e 2 narizes.
Tenho alguma dificuldade em falar de mim, por causa das minhas 33 personalidades.
Dá muito trabalho falar de cada uma delas.
Quando crescer quero ser... louco!
Gostava de conhecer um ser encantado, mas não em forma de príncipe aldrabado. Talvez sapo encantado?!
Todos os seres serão bem recebidos, desde que transparentes.
Um brilho interior será imprescindível e calor humano desejável.
Deverá ter simplicidade mental, sem ser simplório.
E não deverá complicar, pois isso em nada é meritório!
Se por ventura quiser conhecer-me, contacte-me por telepatia.
Se não responder, é porque estou ocupado a sonhar...


