11/01/2007

Traças II: Uma trilogia

Estas traças que andam à minha volta e não me deixam descansar.
Sempre juntas, associadas, emparelhadas.
Enfiam-se em buracos pequenos, crescem, multiplicam-se e tornam-se um problema.
Mesmo eu dormindo elas estão lá, em incubação, preparação para a minha humilhação.
Acordo e só penso em traças.
Não uso químicos com elas, apenas os métodos mentais e verbais do "raspa-te daqui ou eu zango-me".
Estão na minha casa e sou dono delas mas não me respeitam nem se raspam.
Acho que vou deixar entrar as moscas.
Ao menos essas quando quero voam daqui para fora.
E deixam-me descansar!

4 comentários:

Tongzhi disse...

Pelo que contas estás a ficar "traçado"... Livra-te disso, rapaz!

inixion disse...

lol...não deixes é entrar as melgas...;)

Lampejo disse...

É caso para dizer: - Vão-se embora traças malditas...
Quem venham borboletas, mas não as da traça, claro.

gaZpar disse...

tongzhi: o meu destino está "traçado". ;)

inixion: as melgas é que nao!!!

lampejo: Nao era a pulga que era maldita? Andaram a enganar-me com o "atirei o pau ao gato".